O documento de 19 páginas foi divulgado no final da semana passada e apresenta um abragente cenário sobre o desenvolvimento, regulamentação e censura da internet na China. A Anistia também pede a libertação de mais de 30 pessoas presas por compartilhar informações ou expressar seu ponto de vista via online, que segundo o órgão, formam um novo tipo de categoria: a de prisioneiros de consciência.
A China apresenta um mercado enorme e potencialmente lucrativo para diversas companhias de tecnologia. O número de usuários de internet no país dobra a cada ano, somando 50 milhões de internautas em junho. Muitos analistas prevêem que o mercado de internet chinês será o maior do mundo em quatro anos.
As companhias se defenderam da acusação dizendo que simplesmennte fornecem as soluções e não controlam como elas são usadas no país.
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