de A AACD, a Fundação Dorina Nowill para Cegos, o Instituto Jô Clemente e a Amazon vão premiar iniciativas que apoiem pessoas com deficiências por meio do uso de tecnologias. O Prêmio Alexa de Acessibilidade vai selecionar projetos que desenvolvam skills da assistente virtual da marca. Assim, a ideia é encontrar ideias que aumentem a autonomia para pessoas com deficiência. A gigante do comércio eletrônico anunciou a premiação na última segunda-feira (25).
Os desenvolvedores vencedores estarão qualificados a receber prêmios de até R$10 mil em dinheiro, dispositivos da linha Echo e produtos de casa inteligente. Além disso, poderão escolherem uma ONG de uma lista pré-selecionada para receber doações da Amazon. A companhia promete um um total de R$100 mil em doações feitas em nome dos vencedores às entidades.
As skills de acessibilidade do prêmio promovido pela Amazon serão avaliadas sob muitos critérios, incluindo usabilidade, qualidade do desenvolvimento, design, experiência do usuário e real impacto na vida de pessoas com deficiência.
Ou seja, desenvolvedores irão apresentá-las em uma rodada de pitching. O júri será formado pela Amazon, as ONGs parceiras e pessoas que vivem com variadas deficiências.
“Alexa já está ajudando pessoas com deficiências a estarem mais conectadas, mais entretidas e mais independentes. Por exemplo, pessoas com deficiências ligadas à mobilidade podem ligar e desligar as luzes, pedir para tocar músicas, acertar alarmes, timers e lembretes”, diz Thais Cunha, gerente de marketing para Alexa na Amazon.
“Essa iniciativa mostra como a tecnologia pode ajudar pessoas com deficiência a serem mais independentes”, diz Edson Brito, superintendente de Marketing e Relações Institucionais da AACD. “Esperamos que este projeto tenha um impacto positivo em nossos pacientes”, complementa Brito.
“Não há ninguém melhor do que as próprias pessoas com deficiência para apontar suas ideias e necessidades para transformar essa realidade. Esse é o grande feito do prêmio: ouvir usuários, considerar ideias e desafiar profissionais da área de tecnologia para transformar a sociedade”, relata Alexandre Munck, superintendente executivo da Fundação Dorina Nowill para Cegos.
“No Instituto Jô Clemente, a antiga Apae de São Paulo, atuamos há 59 anos pela causa das pessoas com deficiência intelectual no Brasil. Acreditamos na importância de participar do desenvolvimento de tecnologias para a inclusão social de pessoas com deficiência”, diz Daniela Mendes, superintendente-geral do Instituto Jô Clemente.
Assim, os 300 primeiros participantes que desenvolverem e colocarem à disposição de pessoas com deficiência skills elegíveis para o Prêmio Alexa de Acessibilidade receberão um Echo Dot. As inscrições vão até o dia 17 de dezembro. É possível acessar os termos e condições e realizar inscrições no site oficial.
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