O dispositivo converte conexões de WAN disponíveis na conexão necessária para cumprimento do acordo com o usuário. Se uma empresa contrata uma taxa garantida de 6 Mbps, podem ser usados até 4 canais E1 (2 Mbps), para atendimento imediato. Com a técnica de multiplexação inversa, o sistema vê o link de 6 Mbps como uma única conexão. Um provedor pode dispor de um link de 34 Mbps (E3) e ter demanda de E1 para interligação de PBX, o que é resolvido com os recursos de estabelecimento de circuitos virtuais.
Segundo o gerente geral de e-business networking da companhia, Edson Fontenelle, o produto é voltado para o mercado das concessionárias, operadoras e provedores e para instalações prediais, ocupadas por uma ou mais empresas. O empresário acredita que as companhias preferem contratar largura de banda em vez de circuitos, passando a responsabilidade do gerenciamento para a operadora ou provedor. Essa função pode ser realizada pelo OmniAccess, que tem múltiplos serviços de WAN e atualizações imediatas, conforme o crescimento das aplicações e o desenvolvimento do relacionamento entre cliente e provedor.
O LinkedIn anunciou hoje (10), em evento para imprensa em São Paulo, a marca de…
A inteligência artificial deixou de ocupar apenas o espaço de experimentação nas empresas brasileiras e…
Na semana de estreia do Brasil na Copa do Mundo, o Google anunciou nesta quarta-feira…
O avanço da inteligência artificial nas empresas brasileiras tem ocorrido em ritmo acelerado, mas a…
O empreendedor brasileiro já convive com a inteligência artificial (IA), mas ainda enfrenta o desafio…
A Natura abriu as inscrições para a edição de 2026 do Natura Innovation Challenge, iniciativa…