A inteligência artificial (AI) já está em todo o lugar e continuará revolucionando nosso cotidiano. A geladeira avisa que o leite está estragado. Em uma reunião, em vez de teleconferência, você usa um holograma para melhor interagir em sala. E para a alegria de quem ama cozinhar, ou dos esquecidinhos, o fogão desliga quando a comida queima.
São situações que lembram muito os livros do norte-americano Philip K. Dick, escritor de ficção científica que alterou profundamente este gênero literário. A Inteligência Artificial não apenas pode otimizar o que nós, seres humanos, já fazemos, mas também fará coisas novas e, se usada para o bem, ajudará a humanidade a viver melhor.
A facilidade permite melhores e mais rápidos diagnósticos, biotecnologia, análises mais apuradas sobre grandes questões como aquecimento global e vida fora do sistema solar, são apenas pequenos sabores do que a inteligência artificial pode fazer.
Entretanto, para que a AI entre no mainstream, há diversos pontos que precisam ser debatidos e acertados, entre eles a tendência de monopólio, concentração de mercado, abuso de poder, invasão de privacidade, deep fake, etc.
Antes de avançarmos neste sentido, temos a obrigação moral de solucionar essas questões, porque as chances de usarmos a “superinteligência” para melhorar nossas vidas é imensa. Líderes precisam aprender mais sobre isso e serem catalizadores dessa verdadeira transformação.
*Por Gabriel Roddi, professor da ESPM, palestrante profissional em marketing, estrategista especializado na construção e no gerenciamento de marcas e reputação e diretor-fundador da Gabriel Rossi Consultoria, com passagens por instituições como Syracuse/Aberje, Madia Marketing School, University of London e Bell School. Especialista convidado para lecionar no curso de extensão da Fundação Escola de Sociologia e Política (FESP) e na pós-graduação de Marketing da USP.
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