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A inovação vira a tábua de salvação das organizações

O início da crise econômica já completou um ano e, apesar dos primeiros sinais de recuperação, as empresas ainda procuram maneiras de melhorar seus resultados e continuar operando de maneira saudável. Por consequência, aumenta a demanda por políticas voltadas a estimular a inovação. Em outra palavra, os gestores começam a entender que não conseguirão expandir suas receitas se continuarem insistindo, apenas, em fazer as coisas da mesma forma.

Os executivos estão corretos nessa percepção, mas eles precisam notar que as mudanças podem – e devem – ser feitas em diferentes níveis corporativos para que suas consequências sejam positivamente palpáveis. Seguem algumas maneiras de usar a inovação para melhorar os resultados corporativos:

• Encontrar novos mercados para produtos já existentes;
• Intensificar as vendas dos produtos nos mercados já existentes;
• Desenvolver aplicações para processos de TI que diminuam os custos operacionais;
• Comercializar novos produtos;

Embora, na teoria, inovar pareça fácil, na prática, a realidade é um pouco mais complicada. Entre mil dicas que eu poderia dar a respeito de como impulsionar a inovação no ambiente corporativo, segue uma única orientação que, se bem aplicada, fará muita diferença nos resultados financeiros da organização: mapeie sua operação (desde as habilidades individuais dos funcionários, até os fatores que geram valor a seus produtos ou serviços) e, separadamente, faça o mesmo com seus consumidores – tentando identificar o que os agrada e, principalmente, quais são seus desejos não realizados e que são relacionados à sua companhia.

Feito isso, perceberá que existe uma zona de intersecção entre as aspirações dos clientes e as questões positivas da companhia. Explorar esse espaço é a chave para sair da crise, bem como para garantir crescimento exponencial das receitas. Repita esse processo constantemente – de preferência trimestralmente.

Globalmente, todas as empresas estão em busca de ideias mirabolantes para conquistar os consumidores. Mas só aquelas que analisarem objetivamente a própria situação encontrarão saídas mais baratas e eficientes para voltar ao topo.

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