Segurança Móvel: cenários de riscos do mundo real

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11:02 am - 15 de julho de 2011

Aqui estão alguns cenários operacionais para sistemas baseados em risco. Vamos partir do princípio de que sua empresa mantém dois grupos de dispositivos, fornecido pela empresa e pertencente ao funcionário. A TI estabelece políticas diferentes para cada um:

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>> Se algum dispositivo for desbloqueado ou consolidado, ele perde, imediatamente, o direito de acesso ao e-mail e a área de TI é notificada para decidir se deve ou não exterminá-lo. É uma situação extrema que exige uma resposta decisiva.

>> Se um dispositivo fornecido pela empresa possui certos aplicativos que violem políticas de utilização aceitáveis – por exemplo, jogos, conteúdo inapropriado ou até mesmo música – o usuário e a área de TI são automaticamente notificados e o usuário tem a chance de reverter a alteração. Até que isso seja feito, o dispositivo perde o direito de acessar recursos corporativos.

>> Se um dispositivo pertencente ao funcionário tiver os mesmos aplicativos ou conteúdo, talvez nada aconteça. Mas tais dispositivos podem ter menos acesso aos dados do que os fornecidos pela empresa.

>> Se o dispositivo (digamos que baseado em iOS) tiver uma senha, e assim permitir proteção de dados, aplicativos com informações proprietárias são disponibilizados para download pelo usuários na loja privada de aplicativos da empresa – por exemplo, um aplicativo que permita que o usuário revise especificações dos recentes projetos de engenharia. Se não houver proteção de dados habilitada, o aplicativo sequer aparece no catálogo de aplicativos disponíveis para o usuário.

Gerenciamento de dispositivos móveis é um desafio que aumenta conforme nossos perímetros se tornam mais difíceis de definir. O CIO inovador transforma esse desafio em uma oportunidade de negócio – mostrando que a TI pode ajudar os funcionários a ficarem mais conectados e serem mais colaborativos, não importando sua localização. 

Quando executada corretamente, permitir que os funcionários utilizem seus próprios aparelhos, independentemente da plataforma, para acessar, com segurança, dados corporativos, economiza recursos e faz amigos e aliados. E se a proteção é bem feita, as conversas com os auditores se torna mais simples – você consegue provar que os riscos são controlados apropriadamente.

* Grant Moerchel é co-fundador da WaveGard, uma empresa de consultoria de tecnologia. Artigo publicado originalmente na InformationWeek EUA

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