Virtualização é a grande aposta da Symantec para a América Latina

A Symantec já definiu quais são as próximas tendências para o mundo da segurança da informação: cloud computing, virtualização e mobilidade. E dentro dessas três modalidades, a que melhor se encaixa para o futuro próximo da América Latina é a virtualização.
Quem assina embaixo dessa expectativa é o diretor de vendas para canais da América Latina da Symantec, Douglas Wallace, que conta o motivo dessa perspectiva: ?Cloud computing, assim como mobilidade, são questões que envolvem muito mais banda do que as que estão disponíveis na região. Está claro que na América Latina, principalmente no Brasil, ainda não é possível contar com um acesso realmente capaz de assegurar tais conectividades?, explica.
Hoje, a Symantec busca, segundo o executivo, aprimorar as formas com que o mercado utiliza as soluções de virtualização, em busca de reduzir a complexidade da utilização e implementação, sem perder o foco na alta performance, administração e gerenciamento da informação. ?Esses três pontos da virtualização competem a consumerização, e podemos assegurar a informação nos notebooks, smartphones e tablets?, afirmou.
Distribuição e canais
Segundo o executivo, a Symantec conta com soluções para atacar a essas três tendências, e todas estão disponíveis para o mercado latino. No Brasil, a fabricante conta ? no lado corporativo de atendimento, que concerne às competências de Douglas ? com cinco distribuidores: Officer, Acorp, Westcom, TechData e Ingram Micro, responsáveis por dar suporte e administrar toda a estrutura de canais da Symantec, que competem a oito revendas platinum, três gold, 48 silver e 1,468 canais registrados.
?Eu acredito que os distribuidores cobrem as deficiências do fabricante e é dessa forma para que eu olho para o nosso ecossistema de parceiros?, contou Wallace. O diretor afirma que há canais que alcançaram as competências platinum em breve e ?espero que, com o novo foco da Symantec no Brasil e América Latina, consigamos aumentar nossos números de canais em posições de destaque?. Mas afirma: ?Prefiro trabalhar com poucos canais, mas com maior foco, do que com muitos canais e nenhum empenho verdadeiro?.
Segundo Wallace, nada muda efetivamente neste momento no programa de canais, mas a companhia espera contar com ?mais canais leais? para atuar em projetos no mercado corporativo, pois nota-se um ?maior entendimento e crescimento da compreensão da necessidade de contar com segurança da informação nas empresas?. ?Hoje, o maior patrimônio do usuário é a informação e estamos prontos para protegê-la em qualquer device, a qualquer momento, e queremos parceiros para identificar essas oportunidades e ampliar nossa atuação?.
