A empresa competitiva da era digital

No centro da empresa estão as pessoas, mais precisamente os talentos, interconectadas por uma aplicação B2E – Business to Employee. Mediante o B2E, os funcionários dispõem de acesso aos serviços e funções de Recursos Humanos providos pela empresa. Esses profissionais lidam com dados de clientes, de fornecedores, informações financeiras, conteúdos -para publicação no site e outros.
Esses dados são recebidos, processados e transformados por um sistema integrado (ERP) que gerencia toda a cadeia de valor da empresa planejamento, compras, vendas, produção, estoque, finanças, contabilidade, etc. Esse sistema deve ser Web enabled ,ou seja, sua arquitetura tecnológica deve estar preparada para facilitar a integração com aplicações processadas via Internet, e alinhada com os requerimentos técnicos de conexão exigidos pelos e-Markets.
Uma camada adicional de sistemas e tecnologia permite à empresa atuar no E-Business: são aplicações Web que estendem as funcionalidades da empresa para além de suas fronteiras, atingindo boa parte ou toda a cadeia de valor do segmento de mercado em que a empresa está inserida planejamento colaborativo, e-procurement, customer relationship management (CRM), pagamentos eletrônicos, administração de conteúdo, e-store, etc. – cuja lista não pára de crescer à medida em que novas aplicações são lançadas no mercado.
Essa empresa, assim preparada para atuar de forma eficaz na Era Digital, vai então definir seu papel em cada um dos mercados em que atua: membro ou líder do e-Market que verticaliza os negócios de sua indústria; owner (dono) de um site de e-procurement voltado ao seu próprio negócio; sócio ou membro de um outro site de e-procurement em parceria com concorrentes, ou com outras empresas que compram os mesmos materiais; cliente de um site que oferece serviços de crédito e de logística, e muitas outras possibilidades.
Planejar e construir essa estrutura tecnológica é um dos grandes desafios da Era Digital.
