Comércio eletrônico ainda depende de popularização da tecnologia

Para Alberto Luiz Albertin, coordenador da pesquisa, o valor é baixo em relação às expectativas, mas alto considerando-se o pouco tempo do comércio eletrônico no Brasil. Segundo ele, o número poderia ser bem maior se não houvessem as restrições de infra-estrutura e tecnologia.
“A Internet hoje ainda está restrita a um público relativamente jovem, de classe média e com alto grau de instrução. Agora as empresas precisam criar ferramentas para atingir um público-alvo diferente, ou seja, a tecnologia tem que ser mais barata e mais fácil de usar”, defende Albertin.
