Intelig defende preço alto para licitação da Banda C

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11:19 pm - 23 de maio de 2011

A empresa-espelho para ligações de longa distância, Intelig, defendepreço mínimo para licitação da Banda C semelhante aos preços praticados na licitação das espelhos fixas, isto é, R$ 50 milhões para região I, R$ 60 milhões para II e R$ 70 milhões para a região III. A Agência Nacional de Telecomunicações(Anatel)deve definir os valores no mês que vem. Segundo Alain Riviere, diretor de assuntos regulatários, quanto mais alto for o preço mínimo, melhor será para a Intelig porque ficarão apenas empresas de grande porte para disputar o mercado.

Ele afirma que a companhia ainda não decidiu em que região vai participar da disputa. “Provavelmente, os acionistas decidirão pela participação nas três regiões, assim se vencermos teremos cobertura nacional para telefonia móvel também”, completa Riviere.

Agora, a Intelig pretende fazer pesquisas sobre o mercado brasileiro de celulares e avaliar junto aos fornecedores de infra-estrutura qual a disponibilidade de equipamentos GSM, perspectivas de produção nacional e o preço dos equipamentos.

Quanto as concessionárias não poderem participar da licitação, Riviere considera que a decisão da Anatel ja era esperada. “Quando as empresas de telefonia foram privatizadas, elas sabiam que não poderiam prestar nenhum outro serviço até 2002”. Ele considera que a agência foi “gentil” com as concessionárias, reservando duas novas outorgas para 2002 (banda D e E), quando elas poderão participar.

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