Crescem vulnerabilidades e ataques, diz Symantec

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10:52 pm - 23 de maio de 2011

O Brasil teve um grande destaque no mercado de segurança nos seis primeiros meses. O País foi o 15º alvo de ataques online e obteve 1% da origem de todas as ameças, além de aparecer em 34º lugar entre os países com mais de um milhão de usuários de Internet, com registro de 29 invasões em cada 10 mil usuários.

A velocidade de propagação dessas ameaças também está crescendo. O Blaster, por exemplo, chegou a infectar 2,5 mil computadores por hora, enquanto o tempo entre a descoberta e a disseminação do ataque está cada vez menor. O worm foi criado apenas 26 dias após o anúncio da vulnerabilidade.

A avaliação revelou ainda que 64% de novos ataques visam falhas com menos de um ano. Além disso, 66% das invasões do primeiro semestre usaram brechas de segurança altamente críticas. O indíce geral de ataques subiu 19%, onde cada empresa foi vítima de aproximadamente 38 ataques por semana no primeiro semestre de 2003, contra 32 ataques do mesmo período de 2002. No período, a Symantec registrou 1,4 mil novas vulnerabilidades, 12% a mais do que o número detectado no mesmo período do ano passado.

No entanto, a taxa de descoberta foi menor do que o aumento de 82% observado em 2002. Mais de 900 novas pragas e worms foram registrados no semestre passado, mais do que o dobro dos 445 documentados no mesmo período de 2002. Com a popularidade das mensagens instantâneas e sistemas peer-to-peer, novos vírus passaram a usar esses programas para se espalhar. Da lista dos 50 principais códigos maliciosos referentes ao primeiro semestre de 2003, 19 usaram esses aplicativos, equivalente a um aumento de quase 400% em apenas um ano.

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