Aumentam riscos de ameaças na Web, diz Symantec

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10:51 pm - 23 de maio de 2011

Os worms, por exemplo, representam um perigo em potencial aos administradores de rede. Só no primeiro semestre de 2003, um sexto das empresas analisadas registrou falhas causadas por vírus. Já nos últimos seis meses, esse índice subiu 50%. O segundo semestre também registrou um salto na produção de códigos maliciosos que atingem os sistemas Windows em relação ao mesmo período anterior. Enquanto no primeiro semestre de 2003 foram descobertas 687 pragas eletrônicas, no segundo esse número saltou para 1,7 mil ameaças.

E as maiores vítimas de grandes ataques estão as empresas do setor finaceiro, de saúde e energia. Contudo, tanto em 2002 quanto em 2003, foi observada uma queda na taxa de ações de alto risco na medida em que o uso dos serviços prestados pelo Symantec Managed Security Services aumentou. Mais de 70% dos clientes do serviço, por um período superior a seis meses, conseguiram prevení-las.

Entre os dez maiores códigos maliciosos reportados, também foi constatado um aumento na quantidade de worms que usam a própria ferramenta de envio de e-mail, subindo 61% nos últimos seis meses de 2003. Uma vez que mensagens geradas por ferramentas de auto-envio não interagem com o sistema de correio eletrônico do usuário, existem poucas evidências da ação do vírus na máquina, sendo necessária a utilização de programas antivírus com ferramentas de detecção baseadas em inteligência artificial.

Outro ponto de destaque envolve a velocidade de propagação das ameaças à privacidade e confidencialidade. Houve um crescimento de 519% no volume deste tipo de submissão com os dez maiores vírus, em comparação à primeira metade de 2003. Enquanto worms mais antigos comprometiam a confidencialidade ao exportar documentos raros, os vírus mais recentes e os ataques combinados também roubam senhas, códigos de encriptação e registros de digitação.

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