B2B online descresce no País

O B2BOL apresenta os volumes transacionados digitalmente entre empresas, seja a partir de portais proprietários (B2B Companies), ou de E-Marketplaces os chamados mercados digitais independentes.A análise é feita desde a ponta de compra (e-procurement) até a ponta de venda (e-sales), abrangendo todas as formas e modelos de transação online entre empresas, afirma Daniel Domeneghetti, diretor de estratégia e conhecimento da E-Consulting.
O comparativo entre o quarto trimestre de 2003 e o primeiro de 2004 aponta também uma queda do B2B Companies, de R$ 38,3 bilhões, de outubro a dezembro de 2003, para R$ 29,8 bilhões no período de janeiro a março deste ano. Já o B2B E- Markets evoluiu de R$ 5,8 bilhões para 8,4 bilhões no mesmo período.
Tanto o faturamento do B2B Companies quanto o do B2B E-Markets aumentaram do período de janeiro a março de 2004 e de abril a junho. O B2B Companies subiu de R$ 29,8 bilhões para R$ 42,8 bilhões, somando um total de R$ 142,7 bilhões do período do terceiro trimestre de 2003 a junho de 2004. Neste mesmo período o total do B2B E-Markets foi de R$ 172,8 bilhões e um crescimento de R$ 38,2 bilhões para R$ 53,9 bilhões do terceiro trimestre do ano passado a junho deste ano.
De acordo com Daniel Domeneghetti, diretor de estratégia e conhecimento da E-Consulting Corp. e Vice Presidente de Métricas e Conhecimento da Camara e-net, as operações B2B online no país ainda apresentam resultados tímidos perante a pujança de nossa economia offline. Isso porque as cadeias de valor setoriais no país possuem em sua maioria empresas de médio, pequeno e micro portes. Ou seja, como a cadeia não está digitalizada, de nada adiantaria às grandes e multi (altamente tecnológicas e integradas) tentarem efetuar suas transações online. É algo como jogar ping-pong sozinho, dado que não há resposta. “O buraco é mais embaixo. É de inclusão empresarial, diz ele.
