71% aderem às compras eletrônicas

A principal barreira para que a freqüência dessas ações aumente refere-se à cultura e processos internos (55%), seguida por cultura e processos dos fornecedores (35%). Já 10% acreditam que seja por falta de tecnologia e ferramentas. Quanto à possibilidade de fraudes, 47% das empresas responderam que a etapa de negociação é a que mais possibilita fraude no processo das compras, seguido pela resposta “após a emissão do contrato de compra” (32%).
Os percentuais acima referem-se à primeira parte da pesquisa, realizada por meio de questionários respondidos por 46 entidades. Também houve uma segunda fase, com 40 participantes, chamada “fase seletiva”, que contou com a participação de empresas como Vale do Rio Doce, Votorantim, Suzano, CSN, CPFL e General Motors.
Para as empresas dessa fase, o relacionamento com fornecedores representa também a maior barreira para a implantação e gestão de processos de compras (13,5%) e a falta de recursos financeiros vem em seguida, juntamente com a própria necessidade de otimizar a cadeia produtiva (11,6%).
Já a média ponderada do volume de compras realizadas pelas empresas através do meio eletrônico em relação às compras totais ficou em 14,8%. Dentre os principais canais eletrônicos usados pelas empresas para transacionar dados com os fornecedores estão os marketplaces (41,5%), seguido pelo EDI (24%) e pelo portal da empresa (23%).
