Apenas 17,6% dos CIOs das 500 maiores dizem contar com PMO

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11:34 am - 29 de maio de 2013

Gerenciar contrato de fornecedores há tempos é uma atribuição importante da área de TI. A atividade, aliás, cresceu nos últimos anos, na medida em que o uso de parceiros para diversas iniciativas foi ampliado. Contudo, muitos departamentos ainda não gerenciam esses contratos dentro de um formato considerado mais adequado. O estudo Antes da TI, a Estratégia, produzido pela IT Mídia, em parceria com o consultor Sérgio Lozinsky, perguntou aos CIOs das 500 maiores empresas do País, como as atividades dos fornecedores eram gerenciadas pela TI. Dos 156 respondentes, apenas 17,6% afirmaram contar com um PMO formal para coordenar atividades de projetos e fornecedores contratados.

A maioria (50,4%) informou que a gestão do fornecedor fica por conta do profissional que é responsável pela solução ou pela tecnologia, seguindo um processo padrão de acompanhamento e de prestação de contas à gestão de TI. 16,8% disseram possuir uma área de gestão de terceiros que controla contratos, SLAs acordados e liberação de pagamentos. Outros 15,1% afirmaram que a responsabilidade é do profissional e que esta pessoa usa critérios próprios de acompanhamento, de acordo com as necessidades.

É interessante notar que a cultura de estabelecer uma área de gestão de terceiros ou mesmo atribuir essa função ao PMO ainda não está disseminada entre as 500 maiores empresas do País, existindo aí uma grande oportunidade para melhorar questões relativas à governança e boas práticas do departamento de tecnologia.

 

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