O lado pessoal do profissional cada vez mais engajado

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9:00 am - 18 de março de 2014

Mão de obra ou capital humano? Reter ou engajar talentos? Os tempos mudaram, os conceitos também. Quando o assunto é contar com profissionais capacitados dentro das empresas, estar preso aos dizeres e pensamentos do passado pode significar o fim de uma companhia ou, minimamente, a não competitividade dessa organização.

Mas, obviamente, não é somente isso. Tratar os colaboradores com indivíduos é necessário. Estimular o aprendizado do profissional, propor desafios que reposicionem o colaborador, saber manejar o alinhamento estratégico da empresa pensando nas pessoas como ativo para alcançar os resultados. Por isso, e tantas outras coisas, o departamento de recursos humanos se tornou peça chave de qualquer companhia que espera prosperidade.

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Esse apanhado de reflexões, e tantas outras, foram o mote para o ?IT Mídia Debate: Mão de Obra?, que contou com a participação de Gilmar Batistela, presidente da Resource IT Solutions, Daniel Huallem, fundador e diretor da BExpert, e Leonardo Martins, CEO da IT Job Consulting.

Obviamente, o assunto não é dos mais fáceis. Para o presidente da Resource, as empresas não podem deixar de lembrar que, nos dias de hoje, é o funcionário que escolhe estar na empresa e não mais o contrário, como era no passado. As motivações pessoais dos colaboradores são a chave para que o lado profissional se atrele à uma organização, e ai reside uma das chaves para manter talentos.

E, aliás, como pontua Huallem, reter talento é mais barato que atrair, principalmente na área de TI, onde treinamentos e especializações, por exemplo, dificilmente não são bastante custosas para os empregadores. Como uma organização de menor porte, diz o executivo da BExpert, o contato mais próximo permite entender melhor os colaboradores e, assim, criar um vínculo além do profissional, podendo trabalhar de forma mais assertiva essa tênue linha entre a empresa e a pessoa.

Mesmo em empresas maiores, como é o caso da Resource e seus mais de 3 mil funcionários, esse relacionamento olho no olho é necessário, embora mais difícil. Dessa forma, vê Batistela, a tecnologia da informação é meio e alavanca para potencializar essa proximidade.

Transparência, clareza, comunicação e parceria são os conceitos mais que essenciais para criar um ambiente de trabalho que engaje o funcionário, pois assim se administra expectativas, mostra-se o norte e trabalha-se em conjunto para o crescimento profissional e pessoal. Dentro desse contexto, uma má contratação é quando não há nenhum desses termos sob a mesa, tanto por parte da empresa quanto por parte do candidato, diz Martins, da IT Jobs Consulting.

O resultado completo do IT Midia Debate: Mão de obra estará na próxima edição da CRN Brasil.

Mediação do Debate: Adriele Marchesini

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