Aquecimento para o Cisco Partner Summit 2013

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9:00 am - 18 de março de 2014

Os corredores do hotel Westin Boston Waterfront ? que, como o próprio nome já dá a dica, fica em Boston (Massachusetts, EUA) ? conta com cerca de dois mil parceiros Cisco, representando os quatro cantos do mundo. O clima entre os presentes, que vieram para o Cisco Partner Summit 2013, é de intensa expectativa.

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São diversos os motivadores dessa sensação.  Ano passado, no mesmo evento, realizado em San Diego (Califórnia, EUA), a companhia tomou a ousada de decisão de condensar 47 diferentes práticas globais em apenas uma com a redefinição de seu programa de serviços (CSPP, na sigla em inglês). Esta foi caracterizada como a principal transformação feita para parceiros ao longo dos últimos 15 anos. Nada mais adequado, portanto, que um balanço da transformação a expectativa de recálculo da rota, caso os resultados não sejam os mais adequados.

Além disso, será o primeiro Partner Summit tendo como host Bruce Klein, que assumiu em meados de 2012 o lugar que fora, por 13 anos, de Keith Goodwin, que deixou o posto de  líder da Worldwide Partner Organization (WWPO) para aposentar-se.

Na esfera nacional, mais mudanças: no início deste ano, Rodrigo Abreu deixou o cargo de principal executivo da companhia para o mercado brasileiro, rumo à operadora TIM. Sua cadeira foi assumida, interinamente, por  Rodrigo Dienstmann que, mais recentemente, agora em maio, foi confirmado como presidente oficial da unidade brasileira. Será sua estreia, portanto, como líder da unidade brasileira, a menina dos olhos da multinacional neste momento de arrefecimento da economia mundial e que, ano passado, recebeu a promessa de 1 bilhão de reais em investimentos na criação de um centro de inovação no Rio de Janeiro.

Em seus eventos deste ano, rivais como HP e IBM fizeram anúncios ousados: no primeiro caso, a fabricante end to end anunciou 1,5 bilhão de dólares em investimentos de incentivo ao canal, além de um forte posicionamento como fornecedora de um mercado em transformação, que se consolida em conceitos de cloud computing e redes definidas por software. Já a Big Blue reforçou sua posição de provedora de soluções inteligentes, baseada em sua forte oferta de analytics, e chamou a atenção para o novo comprador de TI, que passa a compartilhar do bugdet do CIO (neste caso, como vedete, estava o CMO).

As dúvidas e expectativas serão sanadas ao longo da manhã desta terça-feira (04/06), quando a companhia abrirá o evento para imprensa e analistas para apresentar sua postura. O encontro durá até o fim desta semana e, sob o lema Today, Tomorrow, Together (Hoje, amanhã e juntos), conta com cerca de cem parceiros da América Latina. E já que estamos falando de números, vale lembrar que cerca de 90% do faturamento da Cisco vem de seu ecossistema de canais. A CRN Brasil trará as informações pertinentes para o mercado brasileiro. Acompanhe ao longo dos próximos dias.

*A jornalista viajou aos Estados Unidos a convite da Cisco

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