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60% das empresas estão desarmadas contra guerra cibernética, revela estudo

Mais de 80% dos líderes de segurança digital acreditam que o desafio das ameaças externas está em ascensão. Contudo, 60% afirmam que suas empresas estão desarmadas na guerra cibernética, revelou o terceiro estudo com CISOs (Chief Information Security Officer) realizado pelo IBM Center for Applied Insights.          
As ameaças externas avançadas foram consideradas o principal desafio para 40% dos entrevistados e deverão exigir esforços adicionais nos próximos três a cinco anos. O segundo ponto mais indicado pelos executivos foram as regulamentações do setor (15%). Outra constatação foi que prevenção de vazamento de dados, segurança na nuvem e em dispositivos móveis são as áreas que precisam de mais transformação.
Para 80% dos CISOs ouvidos, o risco potencial de regulamentações e padrões tem aumentado ao longo dos últimos três anos. Os executivos não estão seguros sobre como os governos irão lidar com a governança de segurança em nível nacional ou global e quão transparente ela será.

A estimativa de apenas 22% dos profissionais é de que haverá uma abordagem mundial a ser acordada no combate ao cibercrime daqui três a cinco anos.

Proteção móvel e nuvem

Outras constatações do relatório inclui que a preocupação com a segurança na nuvem permanece alta. Quase 90% dos respondentes já adotaram cloud ou pretendem ter iniciativas na nuvem. Deste grupo, 75% esperam que o orçamento de segurança para essa área aumente nos próximos cinco anos.

O estudo mostra também os desafios com a segurança móvel. Apesar de o trabalho remoto estar em ascensão, somente 45% dos entrevistados afirmaram que têm uma abordagem eficaz no gerenciamento de dispositivos móveis. Na verdade, se considerarmos o ranking de maturidade de segurança tecnológica, segurança móvel e de dispositivos ocupa a última posição.

“Os desafios enfrentados pelas equipes de segurança estão cada vez maiores e os CISOs precisam ajudar as equipes internas a aprimorarem sua postura relativa à segurança. Além disso, softwares e serviços que aumentem a análise de dados e a segurança na nuvem para combater os ataques sofisticados são fundamentais”, recomenda o líder de segurança da informação da IBM para a América Latina, Felipe Peñaranda.

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