De acordo com José Carlos Monteiro, sócio-diretor da Arthur Andersen e responsável pela pesquisa, o Brasil já começa a sentir o impacto da nova economia, que, segundo ele, afeta diretamente a competitividade entre as companhias.
O estudo aponta que 94% do grande empresariado admite sofrer pressões para reduzir custos de vendas em conseqüência da concorrência, 56% de competidores locais e 29% de estrangeiros.
No campo do e-business, 27% dos entrevistados declararam que realizam transações business-to-business, 23% usam a Web como meio promocional e outros 23% não atuam no e-commerce. Do universo total, apenas 8% fazem comércio eletrônico business-to-consumer.
Das corporações que ainda não participam da nova economia, 95% têm planos de atuar no e-business, sendo 67% em menos de um ano e 28% num prazo acima de 12 meses.
Monteiro afirma que a pesquisa apresenta 95% de segurança em relção à representatividade das 500 maiores empresas privadas que atuam no Brasil.
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