5 curiosidades sobre a história da inteligência artificial

A inteligência artificial (AI, na sigla em inglês) está na moda. Todo dia, vemos histórias novas e interessantes sobre sua utilização. Só que, como toda tecnologia, a jornada da AI não foi simples e poucos imaginam quanto empenho foi necessário para chegar ao resultado que temos hoje. O alerta é de Paulo Henneberg, Field Marketing Manager da Hitachi Vantara. Com base nessa observação, ele elencou cinco dos principais momentos da história que influenciaram o seu desenvolvimento:

1. Como surgiu?

Conhecido como o pai dos computadores modernos, Alan Turing publicou um artigo em 1950 descrevendo o Teste de Turing – também conhecido como “Jogo da Imitação” – que testou se uma máquina poderia convencer uma pessoa a pensar que ela era humana. Esse teste deu origem ao que conhecemos hoje como filosofia da inteligência artificial.

2. Quem cunhou o termo?

O cientista da computação John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial” em 1956, numa conferência na Universidade de Dartmouth. Depois disso, o governo dos EUA concedeu financiamento a McCarthy e ao colega cientista Marvin Minsky para desenvolver a AI e ajudar a fortalecer a posição do país na Guerra Fria, contra a Rússia. Muitos esforços foram feitos no uso da inteligência artificial para entender os padrões da língua russa. O que eles esperavam era traduzir documentos russos em maior escala e mais rapidamente.

3. Tempos sombrios

A década de 1970 representou o inverno da vida da AI. Os financiamentos governamentais foram cortados, já que não houve progresso suficiente. Em 1973, o professor Sir James Lighthill argumentou que as máquinas nunca seriam capazes de alcançar mais do que um nível “amador experiente” no xadrez.

4. Inteligência aumentada

Em 1997, após um aumento no financiamento para a AI e seu sucesso comercial nos anos 80, o supercomputador Deep Blue da IBM venceu o campeão mundial de xadrez Garry Kasparov. O Deep Blue foi capaz de analisar até 200 milhões de posições potenciais por segundo.

5. AI criptografa dados

Em 2016, uma equipe do Google ensinou um computador a guardar segredos criando redes neurais que podem criptografar informações e ocultá-las umas das outras. Eles ensinaram as redes “Alice” e “Bob” a criptografar informações e compartilhá-las umas com as outras, evitando que a terceira rede chamada “Eve” a decifrasse.

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