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Um 2013 ainda “recheado” de mobilidade, social business, cloud computing e big data

Neste ano, muito foi falado, escrito e debatido sobre quatro macro tendências que nortearam – ou, em alguns casos, desnortearam – os investimentos e reinvenções dentro das companhias, e, principalmente, dentro do departamento de TI, onde o cargo do CIO passou por uma reavaliação de metas e objetivos.

Cloud computing, mobilidade, social business e big data são, sem dúvida, os grandes personagens do mundo da tecnologia e para Flavio Andrade Boliero, vice-presidente da MicroStrategy para a América Latina, 2013 ainda estará “recheado” pelos mesmos temas, tendo em vista que a região ainda não atingiu, na visão dele, um ponto comum de maturidade. “Ainda vamos ver muito CIO estudando como migrar para a nuvem, como tratar os dados para extrair valor de informações já contidas nos bancos de dados, assim como nas mídias sociais”, avalia.

Boliero vê no próximo ano um fator crítico em relação a 2012: “O empresariado tinha muita expectativa positiva neste ano, mas foi um período bastante complexo, com altos e baixos da economia, que influenciaram diretamente nas divisões de orçamento dentro da empresa, colocando muita pilha na TI, mas sem aumentar o budget”, explica. “Para 2013, as empresas já estão mais conscientes dos desafios e não falam mais do tamanho do investimento, mas sim em como otimizar recursos internos para alcançar a maturidade da companhia para caminhar no rumo certo.”

O executivo diz que “tem feito sua parte” para colocar seus clientes nos rumos corretos dessas grandes tendências, tanto no auxílio cultural, quanto nas disponibilização de tecnologias capazes de causar o salto tão necessário. “Nossa parte é disponibilizar todo o entorno para nossos clientes, e assim fazemos, mas sabemos o quanto culturalmente o social business, por exemplo, pode ser chocante. Mas estamos aqui para fazer o que for cabível a nós”, analisa.

O vice-presidente da MicroStrategy vê três posicionamentos chave para que CIOs, CMOs, CEOs, RH e todos os departamentos de negócios caminhem “firme” para o futuro junto a essas tendências: “Tem que compreender a necessidade da companhia, traçar um objetivo comum e colaborativo, e ter foco na realização dos projetos. Ainda veremos durante um bom período de 2013 as organizações procurando esse entendimento tão necessário para dar vazão às expectativas de continuidade”, acredita. “E estão (as empresas) certas quanto a isso. Não se deve acelerar o processo só porque o mercado fala o tempo todo, pois fazer por fazer pode ser destrutivo.”

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