U-commerce celebra o casamento do marketing com a TI

O especialista, que veio ao Brasil a convite do curso MBA da FIA (Fundação Instituto de Administração da FEA/USP), explicou a INFORMATIONWEEK Brasil um pouco mais sobre essa novidade, considerada a evolução natural do comércio eletrônico, o próximo estágio dos negócios. “Não significando, porém, que as outras formas de comércio serão abandonadas, como e-commerce e o comércio tradicional, em que as pessoas visitam fisicamente as lojas”, ressalta.
Com o U-commerce, aparelhos de celular, notebooks e PDAs terão funções semelhantes e todos conversarão entre si. A tecnologia por trás disso tudo se baseia em redes, como internet e as que utilizam padrão Wi-Fi e Bluetooth. Watson observa que o conceito já tem sido adotado por algumas empresas e que tende a ganhar mais força daqui a uns dois ou três anos.Com a modernização principalmente dos dispositivos móveis, que incluirão serviços locais, e o baixo custo da maioria desses dispositivos conectados à internet, que estarão por toda a parte, muitos terão acesso às informações, mesmo as pessoas de classes sociais menos abastadas, acredita.
A novidade vai revolucionar o marketing das companhias, segundo o professor.A oferta de produtos será imensa, o que vai exigir a oferta de serviços diferenciados. Nesse contexto, a informação torna-se o próprio serviço, conta Watson. A situação vai exigir, cada vez mais, que as empresas tirem proveito dos dados disponíveis na rede. Assim, poderão transformar esses dados em conhecimento, facilitando a tomada de decisões, e se voltar para o consumidor, não para os produtos.
