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Trigg é vendida para Vector e manterá foco no público jovem

A Trigg, depois de três anos de sua fundação, foi vendida para a Vector. Marcela Miranda e Guilherme Müller, que fundaram a empresa, devem deixar o board da companhia a partir desse ano.

Ambos venderam sua participação na Trigg e devem se dedicar aos demais negócios do próprio grupo. A Vector, portanto, assumirá integralmente a startup.

Para a Vector, a ideia é seguir com o crescimento da Trigg e reforçando a conexão da marca com seus cliente. A empresa ganhou notoriedade no mundo geek e é uma das principais patrocinadoras do evento CCXP há dois anos.

O cargo de CEO passará a ser ocupado por Wellington Alves, que ocupava a Diretoria de Riscos. Já a liderança de tecnologia será mantida nas mãos de Alexandre Pereira, um dos fundadores da Trigg.

Ouça nosso podcast com Marcela Miranda:

O valor da transação não foi divulgado. Segundo Marcela, a empresa já buscava investidores “para acelerar ainda mais o crescimento da Trigg e reforçar a imagem de primeira opção do público jovem para cartão de crédito. Com os excelentes resultados de 2019, fomos surpreendidos por uma proposta dos investidores da Vector para a aquisição de 100% do negócio”.

Neste período de três anos, a Trigg alcançou mais de 2,5 milhões de cartões solicitados e segue apostando no público jovem. Com o lançamento de novos filmes de super heróis, a empresa estampa os principais personagens nos próprios cartões.

Uma outra aposta é no modelo de cashback (até 1,3%), porém cobrando anuidade dos clientes. “As pesquisas mostravam que o consumidor não se incomodava em pagar anuidade, desde que entendesse que existiam outros benefícios, como um limite maior e conexão com o que acreditava”.

“E foi isso que fizemos ao longo do tempo, focamos em fazer com que a experiência valesse a pena, implementamos cashback, imersão no mundo geek com descontos, eventos e várias ações, e dessa forma a anuidade passou a ser um detalhe”, disse Marcela.

 

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