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Três maneiras de melhorar a qualidade de vida dos funcionários com analytics

Você já deve ter escutado aquele ditado antigo: “Como você come um grande hambúrguer? Com uma mordida de cada vez”. O dito também pode ser aplicar ao gerenciamento e melhoria na saúde de seus empregados.
Conforme os gastos com a saúde continuam aumentando, os empregadores estão examinando suas regras e a extensão de seu envolvimento na saúde dos indivíduos de suas companhias. É amplamente sabido que uma melhor saúde irá resultar em gastos menores com procedimentos médicos, e todos concordam que mais pode ser feito nesse sentido. Mas a questão mais comum apontada pelas empresas é: “Como eu posso concluir isso?”.
Acesso aos dados é apenas um dos importantes elementos da equação. Dados só são úteis se forem utilizados para identificar e gerenciar riscos e mensurar iniciativas pretendendo melhorar a saúde de uma determinada população, saindo do nível individual.
Aprofundando no tema e focando no que é crítico. Apesar de cada organização ser única, os três passos abaixo podem ajudar a melhorar a saúde dos funcionários, se seguidos à risca.
Focar nos 10%
Normalmente, entre 5% a 10% de qualquer população gasta entre 70% e 80% de sua renda cuidando da saúde. Frequentemente, uma ou mais doenças crônicas afetam esse segmento, colocando-os em alto risco de desenvolver outras condições, aumentando a possibilidade de eles visitarem diversos médicos e receber (ou não) muitas receitas.
Muitas corporações direcionam seus programas de bem-estar para todos os funcionários da empresa, e as pessoas que participam não são as responsáveis por gastar a maior parte da verba da companhia para cuidados com a saúde. Empregadores esperam grandes
resultados por meio do engajamento geral, mas identificando e suportando os de alto risco, é possível obter os melhores resultados.
Usando tecnologias de analytics que foquem em múltiplos fatores de risco, incluindo comportamentos, você poderá identificar os grupos que mais estão gastando dinheiro, assim como os indivíduos com tendências para se tornarem de alto risco e alto custo. Simplesmente olhar para as características financeiras não vai ser o suficiente.
Designar uma conexão
Enfermeiros-guia podem servir como pontos simples de contato para guiar as necessidades médicas dos funcionários e de suas famílias. Dedicados a auxiliar os indivíduos a entender as particularidades de suas necessidades relacionadas à saúde, de forma que será possível estabelecer e criar uma relação de confiança entre eles. Os guias irão aumentar o engajamento pois eles orientam e aconselham, orientando de maneira relevante cada individuo de suas necessidades específicas.
Esse tipo de atividade pode ter um impacto significante. Para um empregador, o trabalho de um enfermeiro-guia com seus funcionários considerados como de alto risco reduziu o investimento anual de 40% nos gastos médicos para 8%, seja com os funcionários ou seus dependentes. Sem esse guia, a tendência é que os gastos continuassem aumentando. Eles podem encontrar os integrantes desse grupo de risco por meio de análises detalhadas de diagnósticos, custos e comportamentos, e podem gerenciar e acompanhar em tempo real por meio de portais. Procurar por uma plataforma que combine análises individuais com a possbilidade de customizar, atualizar e seguir cada programa e progresso de maneira individual, do começo ao fim. Pacientes podem se conectar através dos portais ou aplicativos que irão tornar mais fácil acompanhar o progresso.  No entanto, os encontros pessoais ainda são um elemento chave para o sucesso.
Ao gerenciar os riscos de saúde, os guias podem também gerenciar os riscos financeiros do empregador. Com os dados corretos em mãos, eles podem conferir não apenas diagnósticos, mas também comportamentos, como quantos médicos uma pessoa visita e quais as receitas que eles preenchem, incluindo qualquer uma que possa causar uma interação perigosa entre substâncias. Esse tipo de informação também auxilia a traçar um panorama mais exato sobre o que está ocorrendo.
Estabelecer expectativas e firmar boas parcerias
Empregadores estão aumentando seus interesses em envolver-se com um provedor que possa ajudar a gerenciar cuidados médicos para seus empregado e dependentes baseado em análises de evidências. Os provedores são uma excelente opção para guias médicos – cuidados clínicos são o que eles fazem de melhor – e o que vem dando certo é a aproximação destes provedores com uma série de expectativas estabelecidas relacionadas a como os custos podem ser gerenciados.
Com as relações, expectativas e dados corretos, todos vencem. Empregadores podem gerenciar o risco e economizar dinheiro ao reduzir custos com médicos e farmácias. Os funcionários são mais saudáveis e obtém o suporte de que necessitam no gerenciamento de sua saúde, o que pode ser fantástico, especialmente para aqueles que possuem doenças crônicas como diabetes, asma ou problemas cardíacos. Hospitais e sistemas de saúde devem construir relações individuais com cada paciente, o que resultaria em um valioso serviço para o empregador, e definitivamente iria aumentar seus volumes e fatia de mercado.

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