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THK muda de servidor e adota thin clients

A THK, multinacional japonesa líder mundial em sistemas de rolamento linear para automação e que completa quinze anos de Brasil, profissionaliza sua TI para garantir a continuidade do crescimento anual de 20%.

Desde 1993 no País, a empresa iniciou suas atividades por aqui com um sistema de TI muito simples, de acordo com o gerente-geral Nilton Martins Gimenes. “Somente em 1996, começou o crescimento acelerado e passamos a ter estoque em São Paulo, ampliando a carteira de clientes”, relembra ele.

O gerente-geral explica que, no início das atividades da empresa, os sistemas de tecnologia eram muito simples; a rede se resumia ao Windows e havia o software de gerenciamento era muito simplório. Mas chegava, porém, o momento de dar uma virada, deixar o amadorismo e buscar maior produtividade e integridade dos dados.

Além disso, era preciso dar melhores condições para as revendas. “Sempre tivemos a consciência dessa necessidade, mas não tínhamos volume que justificasse o investimento”, afirma o gerente.  Há dois anos, devido ao aumento das vendas, foi possível fazer isso e a THK investiu em um novo sistema de gestão do negócio, o NetCorp.

A empresa que ainda está em fase de expansão no Brasil optou pelo software como serviço (SaaS). Na época, a THK fez uma pesquisa de mercado e analisou softwares muito completos e que trariam inúmeros benefícios para o negócio, mas cujas licenças só poderiam ser compradas por valores muito altos. A solução então foi dimensionamos um software de melhor custo benefício, garante Gimenes.

“Ao analisarmos o preço de aquisição do software somado à manutenção – sempre necessária já que a legislação brasileira muda constantemente -; à depreciação do produto, concluímos que o melhor era optar pelo ‘aluguel’”.

O avanço pedia, porém, investimento em hardware, realizado no ano seguinte. “Tínhamos apenas um servidor para toda empresa, o que o tornava lento. Não bastasse, ele ainda não tinha redundância e – apesar de nunca termos tido problema com perda de dados – sabíamos que era um problema latente”, avalia Gimenes.

Nas ilhas de trabalho, a companhia adotou thin clients. “Quando usávamos computadores nas ilhas, o tempo perdido quando ocorriam problemas era muito grande. A manutenção dos thin clients é bem mais simples, sem falar na redução do risco de vazamento de informações”, defende ele. 

Segundo o gerente, a empresa ganhou muito em agilidade e integração. O acesso ao sistema é possível em qualquer local via VPM (rede privada virtual, na sigla em inglês).” A mobilidade e a portabilidade foram os maiores ganhos, sem menosprezar as horas ganhas com o fim da lentidão. Além disso, hoje tenho muito mais informações para tomada de decisão”, conclui Gimenes.

O projeto foi realizado pela IPConnection, empresa de capital 100% nacional, e teve investimento de R$ 100 mil.

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