Até o final de quarta-feira (30), todas as empresas de telefonia móvel que operam na região de Brumadinho, local do rompimento da barragem de rejeitos de minério da empresa Vale, cumpriram as decisões judiciais de quebra de sigilo de dados telefônicos e telemáticos de celulares de pessoas que estavam na região no dia do desastre. O objetivo é que esses dados ajudem no resgate das vítimas.
A quebra de sigilo abrange os celulares “que se conectaram às estações rádio-base entre meia-noite do dia 24 de janeiro de 2019 e meia noite do dia 25 de janeiro de 2019, em área cujas coordenadas foram informadas pela União, repassando informações como nome de usuário, CPF, imei do aparelho celular, cidade de origem e data-hora do registro”, disse o porta-voz da Presidência da República, Rêgo Barros.
O porta-voz disse que o monitoramento indica que a pluma de sedimentos do rompimento da barragem do Córrego do Feijão chegou ao município de São José da Varginha, a 98 quilômetros de distância de Brumadinho, até o dia 30 de janeiro, entre 11h e 12h.
Em relação à presença da delegação israelense em Brumadinho, Rêgo Barros disse que autoridades do Brasil e de Israel decidiram que a missão chegou ao fim com a avaliação de que teve êxito. “Os comandantes brasileiros elogiaram a equipe que veio ao Brasil pela grande e importante contribuição profissional para a operação de resgate de vítimas.”
*Da Agência Brasil
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