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Telefônica/Vivo não terá saudades do primeiro trimestre de 2020

Dona da marca Vivo, a Telefônica Brasil anunciou na quarta (6) os resultados financeiros entre janeiro e março, que ficaram abaixo dos registrados em 2019. O lucro líquido ficou em R$ 1,15 bilhão, menos do que o R$ 1,34 bilhão esperado pela companhia de análise Refinitiv.

A receita operacional ficou em R$ 10,82 bilhões, valor 1,4% menor do que o período anterior. Já o Ebitda, que é o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, aumentou em 3,4%, indo para R$ 4,5 bilhões.

Ao mencionar a base de assinantes, a companhia registrou 93 milhões de usuários, número 2% menor. O serviço de telefonia móvel está em 74,7 milhões, crescimento de 1,7%, e o serviço fixo (que reúne banda larga, TV por assinatura e telefonia fixa), recuou em 14,6%, com 18,3 milhões usuários.

Enquanto o pré-pago registrou queda de 4,6%, contabilizando 31 milhões de clientes, o segmento de pós-pago (o mais lucrativo para a empresa) aumentou em 6,6%, com crescimento de 551 mil novos clientes.

E o segmento de comunicação máquina a máquina (M2M), cresceu 19,8%, atingindo 10,4 milhões de acessos.

A receita média mensal por usuário (Arpu, em inglês), ficou em R$ 29 para telefonia móvel. No pós-pago, o valor ficou em R$ 51,30 e R$ 12,50 no pré-pago. O Arpu ficou em R$ 34,40 para telefonia fixa, R$ 108,40 para TV paga e R$ 72,2 para banda larga.

Assim como ocorrido com outras operadoras, a Telefônica/Vivo fechou as agências de atendimento por conta da pandemia do Covid-19, fazendo com que a venda de aparelhos ficasse com queda de 2,9%.

Em paralelo, tanto o uso serviços digitais, como o app Meu Vivo, como a contratação online de serviços como fibra e venda de outros benefícios aumentou durante o período – 34% e 17%, respectivamente.

*Com informações do Valor Econômico e Reuters

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