O ciberataque Stuxnet, que atacou fisicamente duas centrífugas de enriquecimento de urânio do Irã, fez com que os Estados Unidos revissem seus esforços contra o terrorismo e passassem a olhar com mais atenção para o setor de cibersegurança, reportou a publicação Dark Reading, citando como fonte a ex-autoridade contra terrorismo.
Segundo a publicação, a preocupação principal dos grupos contra terroristas dos Estados Unidos foi mostrado pela CBRN, que listou as ameaças em ordem de probabilidade: químicas, bacteriológicas, radiológicas e nucleares, afirmou Cofer Black, vice-presidente de operações globais da empresa de análise de ameaças Backbird Technologies, e um veterano de 30 anos de trabalho em contraterrorismo da CIA. Desde a Stuxnet, as preocupações terroristas passaram a ser KBC: kinetic, bacteriological e cyber (cinética, bacteriológicos e ciber).
Para o pesquisador, a pesquisa e o desenvolvimento de novos recursos de segurança é uma realidade. O Stuxnet tem a habilidade de afetar propriedades o que significa que ciber deve agora ser considerado uma ferramenta que pode ser utilizada pelos terroristas.
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