A startup Explorum foi criada com o objetivo de ajudar as escolas a preparar os jovens estudantes para uma sociedade digital e conectada. O estímulo veio da questão: Como manter as crianças interessadas e atentas nos dias de hoje? A intenção é trabalhar a prática exploratória dentro da sala de aula.
De acordo com a Explorum, prender e estimular a criatividade das crianças aumentando interesse e participação dos alunos são o coração da estratégia. Os projetos integram o mundo digital e físico (criatividade + tecnologia + mão na massa) e dão espaço para uma “nova sala de aula”.
A Explorum e a escola Emilie Villeneuve estão construindo o primeiro laboratório de aprendizagem criativa híbrida para apoiar e complementar o ensino dos alunos. A ideia é começar o ano letivo de 2018 com uma “sala flexível” e com atividades que serão incluídas à carga horária dos alunos. A Escola Emilie Villeneuve, com aproximadamente 3 mil alunos, faz parte da rede Azul.
A Explorum nasceu de um “fablab” – derivado de um conceito desenvolvido pelo Massachusets Institute of Technology (MIT) – do Brasil e permite a prática exploratória e seu desenvolvimento.
“Buscamos referências acadêmicas e aperfeiçoamento na prática a partir do retorno das conversas com os alunos, para integrar atividades com soluções inventivas e diversos materiais, abrindo um mundo de possibilidades para a construção de projetos”, diz Eduardo Azevedo, CEO da startup.
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