A Microsoft está sendo acusada de lançar um software que fere o estatuto do consumidor. Na última semana, uma ação judicial foi registrada contra a empresa, alegando que o Windows Genuine Advantage (WGA), pode ser visto como uma ferramenta para espionagem, ao invés de um software anti-pirataria. A Microsoft alegou que o processo não possui fundamento e defendeu os benefícios da instalação da ferramenta WGA. O documento afirma que o software ilude o usuário sobre seus propósitos e falha na obtenção de um consentimento antes da instalação. A ação judicial foi registrada na quarta-feira, por Brian Johnson, um usuário do programa, em uma corte Federal em Los Angeles, Califórnia. O documento apresentado afirma que o software é capaz de transferir dados do computador para a base da Microsoft. Segundo a Microsoft, o WGA, propõe mudanças nos projetos-pilotos de pirataria, nos EUA e em diversos outros países, levando a uma mudança permanente no combate a pirataria.O WGA é composto por duas ferramentas bases. A primeira é a Validação, que checa e valida a cópia legitima do Windows XP. A segunda é chamada de Notificação, e exibe na tela do computador um aviso, antes que o usuário faça uma cópia falsa do sistema operacional.
A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…
Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…
DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…
A evolução da inteligência artificial nos serviços financeiros ainda esbarra em desafios relacionados à experiência…
A Motorola Solutions anunciou a assinatura de um acordo definitivo para adquirir a D-Fend Solutions,…
Nesta terça-feira (2), a Meta anunciou a expansão global de configurações de conteúdo para contas…