Em outubro do ano passado, a Sprint havia anunciado um acordo de fusão com a MCI WorldComm, nos Estados Unidos, criando uma mega empresa de telecomunicações. Como a WorldComm é acionista majoritária da Embratel, a Anatel havia promulgado dois atos neste ano, obrigando a Sprint a sair do controle acionário da Intelig e depositar suas ações em um fundo para venda posterior. O prazo para que a Sprint entregasse as ações para o fundo terminaria hoje.
Mas em maio deste ano, os órgãos reguladores norte-americanos decidiram não homologar a fusão alegando que ela seria prejudicial à concorrência no mercado dos Estados Unidos. A agência recebeu, no último dia 7, um contrato de rescisão da fusão da MCI WorldCom e da Sprint e, por isso, decidiu pela revogação dos atos, permitindo que a Sprint permaneça no controle da Intelig.
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