A jornada para o digital é bastante desafiadora, independentemente do setor, especialmente para as empresas que nasceram no mundo analógico. A Solutis, no entanto, quer facilitar essa virada e promover maior desempenho dos negócios na nova era com uma abordagem que vai além da trivial e foca a reinvenção do modelo tradicional de tecnologia.
Nascida em 2011, com atuação nacional e escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, nos últimos anos a companhia deu uma guinada em sua estratégia e integra startups ao seu modelo de negócios para ajudar empresas em suas jornadas transformacionais. Parcerias incluem, por exemplo, o ecossistema de inovação do Bradesco, o inovaBra habitat.
Com essa abordagem, ganha o cliente e a Solutis, que mira crescimento expressivo nos próximos anos. Em 2018, a Solutis faturou R$ 100 milhões e o objetivo é triplicar o número nos próximos anos.
“Conquistamos o setor público, mas estamos cada vez mais presentes no setor privado”, revela Paulo Marcelo, CEO da Solutis. No setor público, destaca-se o recente projeto Queixa Cidadã, realizado no Tribunal de Justiça da Bahia. Com o app Queixa Cidadã, o consumidor baiano não precisa mais se dirigir a um Serviço de Atendimento Judiciário, que funciona dentro do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC), para o registro das ações de causas do consumidor. A ferramenta é um projeto-piloto para atender a demandas de serviços essenciais, como abastecimento de água.
O foco atual, revela Marcelo, está no segmento financeiro, que, segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) investiu R$ 19,6 bilhões em tecnologia em 2018, salto em 3% em relação ao ano anterior. Apesar de mirar o segmento, o executivo indica que a atuação da Solutis é cross. “Queremos contribuir com a aceleração digital dos clientes”, sintetiza.
Marcelo reforça que a transformação de negócios tradicionais é um grande desafio, mas o diferencial da Solutis está em se engajar na cultura do cliente. Esse processo inclui também ajudar a empresa a entender que transformar também significa mudar a cultura e gerar ciclos mais curtos de desenvolvimento e projetos.
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