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Softplan nomeia Eduardo Smith para posição inédita de CEO

A empresa de software Softplan acaba de anunciar Eduardo Smith, ex-RBS, para assumir a posição de CEO, inédita na organização que completou 30 anos. O executivo deverá fortalecer os planos de crescimento da companhia catarinense, que incluem 20% neste ano e dobrar de tamanho nos próximos cinco anos.

O chegada do novo CEO também consolida a estratégia de governança corporativa da companhia, que nos últimos meses iniciou um plano de sucessão dos cofundadores. Ilson Stabile, Moacir Marafon e Carlos Augusto de Matos, que ocupavam as diretorias executivas das três unidades de negócios da empresa –  Justiça, Gestão Pública e Indústria da Construção – passam a integrar exclusivamente o conselho de administração do negócio.

Nos últimos quatro anos, Smith já atuava na Softplan como conselheiro independente. O executivo é investidor e membro do conselho de startups e empresas de tecnologia, como OpenCo – fusão da Geru e Rebel – e Biz Capital e possui experiência como executivo sênior no Grupo RBS, onde liderou diversos negócios e participou do processo de profissionalização da gestão e amadurecimento da governança.

Leia mais: 5 tendências em mobilidade de carreira para os próximos anos

Em 2020, a Softplan faturou R$336 milhões em 2020 e, sob liderança de Smith, pretende superar os R$400 milhões de faturamento em 2021. Desde o início do ano, a empresa adquiriu a desenvolvedora de software Checklist Fácil, em janeiro, e o CRM especializado no mercado imobiliário CV-Construtor de Vendas, em maio, que potencializará o Sienge Plataforma, oferta da Softplan no segmento da construção.

Para fortalecer sua estratégia de expansão, empresa que possui mais de 2 mil funcionários em todo o território nacional e na Colômbia pretende investir mais de R$200 milhões, além de apostar no crescimento orgânico de suas operações.

“O setor de construção civil vive um ótimo momento e as soluções para Justiça e Gestão Pública apoiam o aumento de produtividade tão crítico para todas as esferas dos órgãos públicos. Além do crescimento orgânico, temos base de clientes, conhecimento setorial, competências técnicas e capacidade de investimento para crescer com aquisições”, destacou Smith.

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