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Smartphones se tornam mais frequentes em compras online

Os smartphones são, hoje, a principal ferramenta de muita gente. Nitidamente, ainda não estamos numa fase onde eles podem eliminar por completo os computadores, mas os avanços também são grandes neste mercado.

Por exemplo: você pode, por vezes, começar um trabalho no computador e terminar no smartphone, ou vice-versa; mas, dependendo do trabalho, o computador continua sendo a principal aposta.

Agora, tratando-se de portabilidade, os smartphones ainda são campeões. Isso é inegável. A pesquisa Global Mobile Consumer Survey Brasil, da Deloitte, revela alguns desses hábitos onde o smartphone está à frente.

A pesquisa foi feita com 2 mil brasileiros, de 18 a 55 anos, de todas as regiões do país. 95% dos entrevistados afirmaram ter utilizado o smartphone nas últimas 24 horas anteriores à pesquisa. Em comparação, o desktop foi utilizado por 70% e o notebook por 66%.

O smartphone também se tornou o principal meio de pesquisa e intenção de compra dos usuários:

  • 89% afirmam usá-lo para pesquisar sobre produtos e serviços;
  • 87% para navegar em sites/apps de compras;
  • 82% costumam ler avaliações sobre produtos/serviços;
  • 80% costumam comprar online.

Os motivos que levam o público a ter este comportamento, segundo o levantamento, incluem a rapidez (34%), baixo custo da entrega (27%) e garantia de segurança (23%).

Entre os entrevistados, 34% afirmaram comprar mensalmente pelo smartphone; produtos e serviços relacionados à saúde e beleza são mais frequentemente adquiridos pelo dispositivo.

Celular que distrai

A pesquisa ainda indica que os smartphones se tornaram mais fortes na comunicação profissional. Por exemplo: 44% dos entrevistados assumem que são distraídos pelo smartphone durante o expediente, enquanto mais de dois terços utilizam o dispositivo durante o expediente para fins pessoais.

Na outra ponta, 90% afirmam usar o dispositivo para fins profissionais fora do horário de expediente. Estas situações, como foi constatado, ocorrem com alguma ou muita frequência.

Mas, além disso, o consumidor brasileiro se tornou mais preocupado com a segurança digital. Mais de 70% dos entrevistados se preocupam, por exemplo, com o compartilhamento, armazenamento e uso de seus dados pessoais.

Por outro lado, outros 54% afirmaram que aceitam termos e condições de uso quase sempre sem lê-los; outros 9% responderam que não seguem sem antes dar uma lida.

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