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Setor de TI mantém otimismo, mesmo com economia morna

A economia brasileira entrou em desaceleração nos últimos tempos. O setor de TI, contudo, mantém projeções (bastante) otimistas. Há expectativa de crescimento do mercado a uma taxa razoavelmente acima da expectativa de PIB. Segundo o estudo ?Antes da TI, a estratégia?, os negócios serão puxados por projetos, especificamente, nas verticais de varejo, saúde, siderurgia e metalurgia, agronegócio e bens de consumo.

CRN Brasil promoveu um debate na manhã de quarta-feira (24/07) para compreender o movimento e aplicação de recursos em representantes de empresas que compõem essas verticais.

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?Passamos por aquela fase que a ordem era reduzir custo?, comenta Gerson Agostinho, CIO da Coca-Cola Sorocaba, sinalizando que a adoção de tecnologia agora vincula-se a ajudar o negócio na geração de receitas. O roadmap de projetos da companhia, que atua no setor de bens de consumo, toca basicamente iniciativas de mobilidade e inteligência de negócios.

Em indústrias de base, o ritmo é diferente. Na visão de Walter Sanches, superintendende de TI na Termomecânica, a indústria de siderurgia, por exemplo, ainda tem alguns gaps de adoção tecnologia que precisam ser resolvidos. Percorrido essa primeira parte do trajeto, tende a entrar em jogo, ferramentas para potencializar as estratégias dentro da cadeia produtiva, integrando elos, e ajudando a otimizar o intensivo capital utilizado pela indústria.

Diego Lima, gerente de tecnologia da informação da Jaraguá Equipamentos, reforça que há um amadurecimento no setor onde atua quanto à TI. O momento na indústria de bens de capital, na sua visão, é de mostrar os benefícios da tecnologia quanto a redução de custos ?para conseguir que os olhos de quem está em cima, na diretoria, brilhe e façam com que eles veja que podemos além de reduzir custos, aumentar receitas?.

Quase unânime a visão dos compradores de TI quanto à importância de que seus fornecedores tenham a habilidade de alinhar seus discursos a aplicação de ferramentas tecnológicas que resolvam problemas de negócio. ?Em um hospital público não importa a ferramenta que utilizar, ela precisa ser eficiente e rápida, assertiva e objetiva?, define Jacson Barros, CIO do Hospital das Clínicas.

O exemplo do gestor de uma instituição de saúde se aplica à mensagem de praticamente todos os executivos presentes na mesa do IT Mídia Debate: Setorial. A cobertura do encontro você poderá ler na íntegra na CRN Brasil de agosto (edição 364).

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