Pesquisadores no Centro para Estratégias Digitais, da Dartmouth, no ano passado, divulgaram os resultados de suas investigações sobre a divulgação não autorizada de dados em redes P2P, o que envolveu um estudo realizado durante sete semanas com termos de busca relacionados a 30 bancos importantes, em redes P2P. O estudo foi feito com o apoio do Departamento de Segurança Interna e com a ajuda da Tiversa. Fatores que influenciaram a vulnerabilidade de um banco incluíam o reconhecimento de marcas globais e o número de funcionários e clientes.
Os pesquisadores coletaram 114 mil arquivos relativos a bancos. A maior armadilha que eles armaram foi uma planilha contendo 23 mil contas corporativas, incluindo nomes, endereços, números de contas e títulos.
Eles também avaliaram a ?impressão digital? de cada banco, uma medida das palavras e frases associadas com um banco, que podem revelar documentos, em uma busca em redes P2P. Não foi surpresa o fato de que os bancos com nomes contendo algo em comum com títulos de músicas ou nomes de músicos populares representavam maior risco de um documento interno ser revelado, durante uma busca em redes P2P. Por exemplo, o banco PNC tem a mesma abreviação para seu nome que é utilizada por um rapper, o que torna mais provável que um documento do banco possa ser mostrado em resultados de buscas relativas ao trabalho deste cantor.
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