Notícias

Redecard reduz em 11% custos de desenvolvimento de software

Com o objetivo de levar maior transparência aos processos de negócios, a processadora de transações de cartão de crédito Redecard deu início, em 2007, ao projeto de governança de TI. Hoje, o programa está em uma nova etapa, com foco em investimentos na adoção de metodologias que tornem ainda mais ágil a criação de soluções na área de tecnologia da informação.

O projeto, com três pilares, pretende focar na nova versão do padrão ITIL, conjunto de melhores práticas de gestão de TI. O primeiro pilar abrange as áreas de auditoria, riscos, controles e transparência. O segundo trata do gerenciamento dos serviços e da gestão de processos de TI em sintonia com as melhores práticas (Cobit, ITIL, CMM e ISO). O terceiro aborda a gestão financeira dos ativos de TI.

“Já conseguimos até agora uma redução de 11% nos custos de desenvolvimento de software”, afirma o diretor executivo de operações e TI da Redecard, Alessandro Raposo. Outro benefício destacado pelo executivo é um maior controle de custos, que impacta diretamente no orçamento de TI. “Conseguimos fazer um gerenciamento integrado dos projetos da organização, além de reduzir os gastos com desenvolvimento de softwares de 2008 para 2009”, acrescenta.

Para Raposo, o maior ganho foi mudar o escopo da área de TI que deixou de ser uma simples processadora de demandas para participar de forma ativa na solução de problemas pertinentes ao modelo de negócio da Redecard. O projeto contou com um total de 230 funcionários e o envolvimento de todas as áreas da diretoria executiva, assim como as fábricas de software e data centers, dos quais 140 estão na área de diretoria executiva de operações e TI.

Melhorias
Na primeira fase do projeto foi realizado um mapeamento dos 34 processos de gestão de TI, com a adoção da metodologia Cobit 4.1. A partir daí, a TI estabeleceu um plano estratégico de governança para melhorar o nível de maturidade dos processos e controles críticos da área. Na primeira avaliação de maturidade, foi aferido o nível 2,57. “Este ano, já atingimos o índice 3,12 e nossa meta é alcançar 3,20 até o final de 2009”, conta Raposo.

“O risco da TI caiu”, diz. Além disso, com o projeto de governança, a empresa conseguiu aumentar os níveis de maturidade em vários processos de TI, concentrando, inclusive, em um ponto único todos os chamados no service desk.

Recent Posts

SpaceX, Anthropic e OpenAI enfrentam riscos em possíveis IPOs

SpaceX, Anthropic e OpenAI estão no radar de Wall Street para possíveis aberturas de capital…

1 hora ago

Sistemas legados: como tomar decisões para garantir resiliência em setores críticos

por Eduardo Honorato Falar sobre infraestruturas críticas na Era Digital tem sua própria complexidade dentro…

4 horas ago

Sem equipes preparadas, IA não entrega transformação

A adoção de inteligência artificial (IA) nas empresas não depende apenas da disponibilidade de ferramentas.…

7 horas ago

Cohesity obtém patente para aplicar IA diretamente em dados de backup corporativos

A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…

1 dia ago

Para Diogo Cortiz, maior desafio da IA é a falta de capacidade crítica para questionar suas respostas

Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…

1 dia ago

Agentes de IA vão dar “superpoderes” a profissionais de TI, diz DJ Sampath, da Cisco

DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…

1 dia ago