Notícias

Quais competências o mercado tem valorizado mais nos Cientistas de Dados?

Cientistas de dados com experiência em Python, R ou SQL, mestrado ou qualificação superior, têm maior probabilidade de ter sucesso na profissão, de acordo com um novo estudo do 365 Data Science, site ligado à 365 Careers. O site coletou dados de 1001 perfis profissionais no LinkedIn para saber as características que têm sido mais requisitadas. 

O perfil típico daqueles trabalhadores inclui ser homem (71% dos perfis) e falar pelo menos uma língua estrangeira, ter mestrado ou ser doutorado.

O profissional típico tem dois anos na profissão e trabalha há 4,5 anos. Globalmente, 53% dos trabalhadores dedicados à função usam linguagens de programação Python ou R, mas no Reino Unido, o SQL é um pouco mais popular do que o segundo. “R e Python ganharam popularidade nos últimos anos”, diz Iliya Valchanov, um dos co-fundadores do site 365 Data Science.

As competências em Hadoop são mais proeminentes (11,7%) nas empresas incluídas na lista Fortune 500, que processam grandes volumes de dados. Mas não nas empresas de menor porte (2,7%).

Antes de serem Cientistas de Dados, os profissionais com atuação nesse mercado eram analistas (19%), especialistas em TI (16%) ou já exerciam as funções (14%) de estatísticos.

O profissional típico estudou ciência da computação (20%), estatística e matemática (19 %), ou economia e ciências sociais (19%). Cerca de 40% frequentaram cursos online relacionados com a área, tendo-se registrado uma média de 3,33 certificados nos currículo dos perfis identificados no LinkedIn.

Havia menos perfis com doutorado ou graus acadêmicos em Ciência de Dados do que a 365 Data Science esperava. A empresa atribui o fato à visibilidade obtida pela área nos últimos anos.

“O principal problema com a área é que esta é tão nova que as universidades não estão preparadas para a demanda desse tipo de profissional”, confirma Valchanov. 

As indústrias de transformação e de TIC estão nas “rotas” mais frequentes para cientistas de dados. E as oportunidades diferem significativamente entre os países.

Recent Posts

IA da Anthropic simula 100 mil cenários da Copa e aponta a Holanda como maior ameaça ao Brasil

A simulação foi executada na terça-feira, 9 de junho, um dia depois do lançamento do…

18 minutos ago

Resiliência e criatividade atuam na globalização do DNA brasileiro em tecnologia

por Thaís Trapp O Brasil formou profissionais moldados pela diversidade, pela complexidade e pela necessidade…

3 horas ago

Startup brasileira vence prêmio do MIT com IA que detecta risco de câncer em hemograma

A Huna, startup brasileira de inteligência artificial aplicada à saúde, venceu o MIT Solve Future…

4 horas ago

Unico processa Serasa Experian por suposto uso indevido de tecnologia de biometria facial

A Unico, empresa brasileira especializada em identidade digital e biometria facial, ingressou com ações nas…

17 horas ago

Salesforce leva Agentforce à Copa do Mundo de 2026

A Salesforce anunciou parceria com a FIFA como apoiadora oficial da Copa do Mundo de…

17 horas ago

Neil Redding abre IT Forum Praia do Forte 2026 com debate sobre liderança na era da IA

Neil Redding será o palestrante de abertura do IT Forum Praia do Forte 2026. Com…

18 horas ago