A empresa anunciou também a demissão de James F. Cragg, um antigo vice-presidente executivo e responsável pelas operações da companhia na América do Norte.
De acordo com a PSI, mesmo com a reestruturação a previsão é de que as ações ordinárias da companhia não registrem valorização. Além da contratação de Dresdner Kleinwort Wasserstein, que está no comando da reestruturação, a PSINet está trabalhando também com a consultoria financeira da Goldman Sachs, que está avaliando as melhores alternativas, entre as quais a venda de negócios que não façam parte do core-business da companhia, além de estudar a possibilidade de venda ou fusão de toda a companhia.
A empresa já antecipou seus planos de vender sua divisão de transmissão de dados na área de comércio eletrônico, um negócio avaliado em US$ 300 milhões.
As ações da PSINet estão em acentuado declínio desde que atingiram o valor de US$ 51. Prova disso foi seu valor de fechamento da última sexta-feira, US$ 0,72. E hoje, nas negociações que antecederam a abertura do mercado, oa papéis da companhia chegaram a um índice ainda mais baixo, descendo para US$ 0,17.
No ano passado, a companhia já havia advertido que precisaria de um aporte adicional para conseguir operar em 2001. Mas, ao que parece, os US$ 300 milhões da venda da divisão de comércio eletrônico podem não ser suficientes.
A PSI acredita que poderá registrar perda de US$ 1,06 por ação no quarto trimestre de seu ano fiscal, chegando a uma queda de US$ 5,07 no ano.
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