O projeto de e-procurement será dedicado à venda de combustíveis, lubrificantes, peças de automóveis, produtos para lojas de conveniência e artigos para os próprios postos, como tanques e bombas. A previsão de que comece a operar ainda este mês.
Para participar do projeto, as empresa pagam uma taxa de adesão anual e uma tarifação sobre o percentual de vendas, mas os valores ainda não foram definidos, segundo Wendelling Atila Correia de Andrade, diretor de e-business da Atan.
No desenvolvimento do projeto, foram agregadas outras empresas para ampliar os recursos disponíveis, sob coordenação da consultoria especializada Estrutura Humana. Assim, foram acrescentados uma ferramenta informatizada para gestão de postos (STM), porque muitos deles não têm o back-office preparado, e um sistema de finanças que faz a checagem de cheques (Orpech).
A infra-estrutura de provedor de acesso é fornecida pela PSINet e os microssão da Itautec. A proposta é de que eles já venham preparados para uso do sistemae-procurement.
SpaceX, Anthropic e OpenAI estão no radar de Wall Street para possíveis aberturas de capital…
por Eduardo Honorato Falar sobre infraestruturas críticas na Era Digital tem sua própria complexidade dentro…
A adoção de inteligência artificial (IA) nas empresas não depende apenas da disponibilidade de ferramentas.…
A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…
Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…
DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…