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Por que investir na nuvem híbrida?

Nuvem híbrida. O mercado de tecnologia da informação (TI) é unânime quanto ao modelo de cloud que vai imperar nos próximos anos. E, de fato, o discurso sobre a modalidade nos últimos meses foi adotado massivamente pelas empresas do setor como EMC, Intel, Oracle, Cisco e Red Hat. A NetApp, fabricante de soluções para armazenamento e gerenciamento de dados, reforça o coro.

“A nuvem híbrida vai dominar o mercado corporativo”, afirmou Tom Georgens, chairman e CEO da NetApp, durante keynote no NetApp Insight, realizado nesta semana em Las Vegas (EUA). “É a modalidade da próxima década”, completa Robert Lloyd, presidente de desenvolvimento e vendas da Cisco. De olho nesse filão do mercado, a NetApp anunciou ontem (28/10) soluções que vão ao encontro da modalidade de cloud híbrida e que prometem agilidade e flexibilidade para os clientes. Mas, por que, afinal, apostar no modelo? Qual seu diferencial?

Segundo Georgens os imperativos de negócios, hoje, se resumem a gerar economia, mitigar riscos, ganhar escala e agilidade. Benefícios possibilitados pelo modelo. “Para algumas empresas a preocupação é com segurança ou workloads, por exemplo. Ao final do dia, somente a nuvem híbrida consegue responder a todos os desafios”, afirma. Para Lloyd, a nuvem privada provê controle, segurança e soberania de dados. Na pública, as vantagens são economia, agilidade e escala. “A híbrida balanceia esses benefícios.” 

A abordagem da NetApp para cloud é diferenciada dos concorrentes, afirma Georgens. “Nosso conceito é acelerar negócios por meio de cloud”, sintetiza. Além disso, com tecnologia Flash no coração de sua estratégia, a aposta da fabricante é promover performance. Cerca de 70% dos sistemas NetApp têm Flash, em linha com o mundo híbrido, segundo Mark Welke, diretor sênior de marketing para produtos da NetApp. A companhia ainda busca facilitar o gerenciamento dos dados, caso contrário o storage poderá gerar grande custo para a companhia. “A gestão dos dados é fundamental na nuvem híbrida”, explica Georgens

O executivo indica que o posicionamento não é apenas comercializar soluções para missões crítica. “Isso toda a indústria faz. Queremos garantir vantagem competitiva para nossos clientes”, observa. E vantagem competitiva significa não só manter a infraestrutura rodando, mas inovar. “Pergunto aos CIOs o que acontecia no mundo antigo quando o sistema caia e então eles me respondiam que eram demitidos. Isso continua valendo no mundo atual. Mas se os competidores fazem algo que você disse para o CEO que era muito ariscado, você também está em apuros”, brinca, fazendo referência para a urgência de inovar. 

Para ele, nunca houve tanta oportunidade de inovar quanto hoje. “Os profissionais de TI podem evitar obstáculos e criar, de fato, vantagem competitiva. Aprender a tecnologia e como podemos prover competitividade para os negócios é vital”, ensina. Diante desse cenário o executivo incentiva a colaboração como forma de garantir melhores resultados para os negócios. “Juntos, podemos mais”, diz. Lloyd, da Cisco, parceria NetApp, concorda com a abordagem e reforça afirmando que juntos, clientes e fabricante, é possível entregar um modelo único de cloud híbrida, com entrega mais rápida, aceleração da receita e escala.

*A jornalista viajou para Las Vegas a convite da NetApp

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