Em resposta ao documento, representante da Procuradoria Geral de Massachusetts declarou que não iria endossar as mudanças recomendadas pelos grupos de privacidade, mas afirmou ter encaminhado a carta a Amazon, onde espera por resposta da própria companhia.
Na carta, os Junkbusters e o EPIC alegam que a recente atualização da política de privacidade da Amazon não se aprofunda o suficiente. Os grupos incentivam os órgãos reguladores a forçar a empresa na obtenção do consentimento do cliente, antes de transferir registros pessoais no caso de venda da empresa.
Os grupos defendem a idéia de que a Amazon deveria permitir aos clientes conferir e apagar registros. A crítica às práticas de privacidade da pontocom datam da última vez que a companhia atualizou sua política de privacidade, em setembro de 2000. Como parte da mudança, a Amazon avisou aos clientes que eles poderiam transferir seus dados pessoais “no improvável caso” da companhia ou de suas propriedades serem adquiridas. A gigante já havia prometido que não venderia ou alugaria informações pessoais, sem exceção.
Desde o início do ano, a redação acompanha como a Copa do Mundo 2026 extrapola…
A NiCE anunciou a criação do NiCE Labs, um laboratório voltado ao desenvolvimento e à…
A maioria dos programas de transformação corporativa não entrega o que promete. Essa é a…
O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar na quarta-feira (10) os recursos apresentados pela…
A realização da Copa do Mundo FIFA de 2026 pode representar um dos maiores testes…
O Google e a gestora de venture capital Monashees anunciaram nesta semana, durante o evento…