Em resposta ao documento, representante da Procuradoria Geral de Massachusetts declarou que não iria endossar as mudanças recomendadas pelos grupos de privacidade, mas afirmou ter encaminhado a carta a Amazon, onde espera por resposta da própria companhia.
Na carta, os Junkbusters e o EPIC alegam que a recente atualização da política de privacidade da Amazon não se aprofunda o suficiente. Os grupos incentivam os órgãos reguladores a forçar a empresa na obtenção do consentimento do cliente, antes de transferir registros pessoais no caso de venda da empresa.
Os grupos defendem a idéia de que a Amazon deveria permitir aos clientes conferir e apagar registros. A crítica às práticas de privacidade da pontocom datam da última vez que a companhia atualizou sua política de privacidade, em setembro de 2000. Como parte da mudança, a Amazon avisou aos clientes que eles poderiam transferir seus dados pessoais “no improvável caso” da companhia ou de suas propriedades serem adquiridas. A gigante já havia prometido que não venderia ou alugaria informações pessoais, sem exceção.
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