Segundo Paulo Bonucci, gerente geral da subsidiária, a estratégia para as médias empresas está apoiada em três alicerces: política de canais, preços competitivos e o modelo ASP (Application Service Provider).
Para a área de canal no middle market, a empresa está definindo nas próximas semanas os planos, que contarão com um mínimo de sete parceiros focados no segmento. Para os ASP, também eestão sendo analisadas alianças, com a proposta de obter em torno de cinco clientes neste ano.
De acordo com Bonucci, como as soluções para o middle market são mais simplificadas (também mais limitadas em relação ao pacote completo), é possível se ter preços mais competitivos. O executivo estima que a empresa possa baixar os valores em até 40%, nesses casos.
A companhia espera lançar, entre março e abril, a versão local do PeopleSoft 8, suite voltada à Web que inclui sistema de gerenciamento do back office e módulo financeiro, assim como Customer Relationship Management(CRM), e-procurement e aplicações de gerenciamento da cadeia produtiva). A subsidiária contabiliza mais de 100 clientes no país, dos quais 50 também de CRM.
No fechamento do exercício fiscal de 2000, o faturamento da Peoplesoft foi de US$ 1,74 bilhão, comparado com US$ 1,43 bilhão do ano anterior. Segundo Marcelo Wohlmuth, vice-presidente da companhia para a América Latina, a receita do Brasil fica em torno de 1,5% a 1,6% do total. Os valores por país não podem ser divulgados.
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