De acordo com Luiz Eduardo Santos, gerente de pesquisa e desenvolvimento da companhia, o produto funciona como um dispositivo instalado por trás do sistema dos bancos, impedindo que os trojans tenham acesso às informações dos clientes.
Os cavalos de tróia são programas que se alojam na máquina do usuário quando ele recebe um e-mail ou conecta-se a um site mal-intencionado. A partir daí, eles podem capturar dados digitados, imagens de teclas clicadas em teclados virtuais, remetendo-as a destinatários desconhecidos que as usam em fraudes.
“Nosso sistema elimina a necessidade de se usar os teclados virtuais, que foram criados pelos bancos para evitar a ação desses trojans, conhecidos também por key-loggers”, afirma.
Santos diz que a solução de teclados virtuais no começo até conseguia bloquear os ataques de cavalos de tróia, mas com o surgimento dos chamados mouse-loggers, eles passaram a copiar a área em volta da posição do clique feito na tela, e assim as senhas dos usuários. Atualmente, a Open já fechou ontrato com duas instituições financeiras, onde vem instalando o software.
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