Responsável pela diretoria de canais da Cisco no Brasil, desde o início do atual ano fiscal da companhia (iniciado em agosto), Eduardo Almeida afirma que uma das suas primeiras iniciativas no novo cargo está relacionada a facilitar a realização de negócios no SMB (segmento de pequenas e médias empresas).
“Vou mapear quais são os empecilhos para os parceiros atuarem no mercado de pequenas e médias companhias e tomar ações para reverter esse cenário”, afirma Almeida, enfatizando que, para isso, a fabricante está avaliando as diversas questões envolvidas no ciclo de vendas dos produtos para o SMB. “E, em três a quatro meses essas facilidades já devem começar a ser sentidas”, promete o executivo.
Ainda de acordo com o diretor, a estratégia está baseada em um levantamento realizado com os canais da Cisco no País, desde o último trimestre fiscal da companhia – de maio a julho de 2008. “Iniciei conversas com os parceiros para entender quais os problemas que eles enfrentam e, a partir dessas opiniões, vou criar estratégias”, pontua Almeida, citando que isso deve gerar o aprimoramento das atuais políticas da companhia, bem como o lançamento de atividades específicas.
Entre as novidades programadas para os canais, o executivo anuncia que, em menos de um mês, deve lançar, oficialmente, o programa ISPN (Industry Solutions Partner Network ou rede de parceiros de soluções por indústria, em português) no País. Com isso, segundo o diretor, a fabricante quer montar um ecossistema de canais e que possa fornecer soluções completas aos clientes de determinadas verticais.
“Também queremos trazer parcerias globais que temos com fornecedores especializados em verticais da indústria para o Brasil”, revela Almeida, afirmando que os principais alvos da companhia são os fabricantes de equipamentos e software para o setor de energia, mineração, manufatura e setor financeiro.
Criação de nova gerência de canais
Outra mudança programada pelo novo diretor envolve a criação de uma gerência de operação dos canais. A área deve ser responsável por garantir a eficiência operacional dos parceiros da companhia, a partir da implementação das melhores práticas de negócio.
A atuação desse gerente, ressalta Almeida, deve girar em torno de três preocupações específicas: qualificação, oferta de crédito e longevidade dos negócios dos parceiros. “Para tanto, essa gerência vai analisar sempre as atividades dos canais para os próximos seis meses”, destaca.
Apenas uma em cada três pessoas dos Estados Unidos aprova o ritmo acelerado de construção…
Desde o início do ano, a redação acompanha como a Copa do Mundo 2026 extrapola…
A NiCE anunciou a criação do NiCE Labs, um laboratório voltado ao desenvolvimento e à…
A maioria dos programas de transformação corporativa não entrega o que promete. Essa é a…
O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar na quarta-feira (10) os recursos apresentados pela…
A realização da Copa do Mundo FIFA de 2026 pode representar um dos maiores testes…