Presente no Brasil desde 2002, a ZTE espera uma forte expansão no País e na América Latina. “Temos diversas vagas em aberto e esperamos ter mil funcionários até meados de 2007 na América Latina”, prevê Ângelo Aere, diretor-regional da ZTE do Brasil, subsidiária que ainda é menor do que a argentina e a colombiana. A multinacional chinesa quer fortalecer sua presença no País com base em uma oferta diversificada de produtos de telecomunicações e rede. A empresa prepara uma campanha agressiva para divulgar melhor sua marca, a partir do próximo ano. “Não queremos vincular nossa marca ao segmento de celular nem a nichos específicos”, acrescenta Aere.Quando perguntado sobre faturamento, o executivo faz menção ao ano de 2004, quando a ZTE vendeu 1,25 milhão de celulares para a Vivo. “Em 2006 esperamos superar as receitas de 2004, que foi um ano muito bom.”Segundo Aere, o crescimento no mercado brasileiro pode levar a vôos mais altos. Ele não descarta, por exemplo, a montagem de modems no País, de acordo com a demanda – como já acontece com os celulares. “Hoje eles são importados da China, mas isso pode mudar.”
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