De acordo com a empresa, os adolescentes acessam a Web de casa, normalmente, e tem como maior interesse os sites de bate-papo, com o objetivo de conversar, paquerar e buscar novos relacionamentos. “Os adolescentes de hoje estão trocando os parques, shoppings e passeios por horas a fio conectados à rede. E a internet não deve ser a única maneira de relacionamento para as crianças”, alerta Zilta Marinho, diretora do MEC.
Outro ponto ressaltado é o crescente número computadores em residências, o que aumenta a quantidade de crianças conectadas. Mais de 50% dos pais não sabem se o seu filho já foi assediado usando a rede mundial de computadores. “Muitas vezes, do outro lado da tela, quem se diz um adolescente é um adulto que sabe mentir, enganar e obter as informações que precisa. Pode ser um pedófilo, um fraudador em busca de números de cartões de crédito ou alguém que quer simplesmente assustar”, completa.
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