Produzida pela empresa de software e pela Dynamic Markets com executivos de TI dos Estados Unidos, de dez países europeus, Oriente Médio e África do Sul, a pesquisa também apontou que um terço das companhias criaram planos para se proteger do terrorismo. Para 76% das empresas, as decisões relacionadas ao assunto são de responsabilidade da equipe de TI. Somente em 5% dos casos os CEOs tomam a decisão e em 4% são as outras áreas.
O terrorismo é uma grande preocupação para 25% dos respondentes. Mas falhas tecnológicas são mais lembradas. As grandes dores de cabeça são falha de hardware (61%), falha de software e vírus (59%), fogo (56%), hackers (36%) e erro acidental do empregado (31%).
O principal critério para decidir gastos com disaster recovery é o risco financeiro de uma desastre. Em média, a ameaça de um ataque terrorista deve custar US$ 115 milhões.
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