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Lançado em 2017, o e-Título foi criado como uma alternativa para a emissão de títulos eleitorais e, da assim, reduzir os gastos que a Justiça Eleitoral tinha na produção do documento. A ideia deu tão certo que, 11,4 milhões de downloads depois, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está pensa em utilizá-lo também como validador de impressões digitais em eleições futuras.
No comunicado divulgado, o órgão ressaltou que a ideia ainda está em fase inicial e não há sequer um estudo formal em andamento. Mas, segundo a mensagem, o órgão deseja aumentar o número de serviços habilitados dentro da plataforma.
Em uma versão futura, os usuários podem utilizar o e-Título para tarefas como transferência de título, comprovar o domicílio eleitoral e a justificativa de ausência às urnas. Atualmente, a plataforma funciona de fato como um “espelho” da versão física do Título de Eleitor, além de também emitir a certidão de quitação eleitoral.
Porém, o TSE reafirma que, mesmo quando for possível utilizar o sensor de digitais dos smartphones para validar a identidade, o cadastramento das impressões será feito de forma presencial, dentro de um cartório ou posto de atendimento da Justiça eleitoral.
Pamela Sousa
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